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Segundo as investigações do Gaeco, empresas distribuidoras de remédios, em conluio com servidores públicos municipais, estariam superfaturando os valores e a quantidade de medicamentos e produtos médicos hospitalares adquiridos pelo Município. Além disso, estariam sendo fornecidos à população remédios com prazo de validade vencido ou na iminência de vencer. Há indícios ainda de fraude em procedimentos licitatórios.
Outras prisões – Na primeira fase da Operação Panaceia, desencadeada em 19 de junho, o MP-PR cumpriu mandados de prisão preventiva dos secretários municipais de Saúde e de Administração e de uma servidora da prefeitura de Ibema, além de três empresários de Cascavel. Também foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão na prefeitura de Ibema, em residências de servidores e empresários, farmácias, hospital e posto de saúde.
Na ocasião também foram apreendidos computadores, documentos, medicamentos, R$ 26 mil em dinheiro e R$ 30 mil em cheques. O Juízo Criminal de Catanduvas também determinou, à época, o bloqueio de bens imóveis, veículos e contas bancárias dos investigados. bonde.com
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