O objetivo, segundo o Promotor da Infância e Juventude, Leonardo Nogueira da Silva, é evitar a presença de menores nos locais.
"Londrina ficou conhecida negativamente por denúncias de exploração sexual infanto-juvenil. Isto é uma chaga muito grande na sociedade, existe participação de aliciadores, pessoas de alto poder aquisitivo. Os motéis são os lugares onde estas práticas ocorrem. Eles têm que cumprir este dever de fiscalizar", afirmou o promotor.
Todos os estabelecimentos assinaram o termo proposto pelo MP. Os motéis serão fiscalizados sobre o cumprimento da prática por meio de vistorias e batidas policiais, obviamente sem aviso prévio. Gustavo Carneiro/Grupo Folha
Os funcionários serão instruídos a não permitir entrada de pessoas sem documento e, em caso de suspeita de falsificação, avisar a polícia e o conselho tutelar. "É uma forma de impedir que os menores ingressem. Evita uma corrupção principalmente para meninas, de 12 e 13 anos que infelizmente são encontradas nos motéis aqui em Londrina".
(com informações do repórter Rafael Fantin - grupo Folha)
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