Pedido de reajuste de R$ 3 milhões pela construtora motivou rescisão de contrato; correção não passaria de R$ 300 mil, diz prefeitura de Cornélio
O projeto do hospital prevê uma área de 7,6 mil m2 , que abrange três blocos, com três centros cirúrgicos de média complexidade, 140 leitos (incluindo UTIs), e atenderia cerca de 20 municípios da Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi), uma população de aproximadamente 300 mil habitantes. "É uma obra extremamente importante, pois todas as cidades da região trazem seus pacientes para Cornélio em busca de auxílio médico. É um projeto de muita relevância para todos", afirma Calovi.
As obras foram iniciadas em julho de 2012, com investimento de R$ 12,775 milhões do governo federal, e uma contrapartida do município de R$ 1,2 milhão. A previsão de entrega era julho de 2014, porém, houve atrasos e a necessidade de mais investimentos, por mudanças no local das construções. Em 2013, o município fechou um aditivo complementar com a empreiteira no valor de R$ 1,8 milhão.
Atualmente, apenas 50% do projeto foi concluído, segundo a Prefeitura de Cornélio Procópio. O município rescindiu o contrato com a empresa, unilateralmente, em outubro deste ano. A causa, segundo Calovi, seria o fato da construtora estar exigindo cerca de R$ 3 milhões para continuar as construções, a título de reajuste anual. "Pelos nossos cálculos, o valor da correção não passaria de R$ 300 mil. Fizemos essa proposta e notificamos a empresa para retornar aos trabalhos, sob pena de rescisão do contrato. Eles não retornaram, e por isso o contrato foi rescindido", explica o diretor de Licitação.
Conforme Calovi, até junho deste ano a empresa já havia recebido mais de R$ 8 milhões para construção da obra, e havia outros R$ 8,1 milhões em conta bancária. "Todos os repasses foram feitos corretamente, há dinheiro suficiente para o término da obra".
Segundo Calovi, uma licitação deve ser aberta em janeiro de 2016 para contratar uma nova empresa para terminar obras. "Possivelmente esse novo trâmite trará um gasto maior, mas é necessário, pois não podemos ficar sofrendo sempre esse tipo de pressão", diz o diretor.
A assessoria de imprensa da Endeal afirma que após a assinatura do contrato, a Prefeitura alterou o local da construção, em 2012, para um terreno que, ao se fazer a fundação, percebeu-se bastante rochoso, impactando no custo inicial da obra. A empresa alega ter feito a fundação e não ter sido ressarcida.
Em junho deste ano a Endeal protocolou junto a Prefeitura pedido para o pagamento do reajuste anual da obra que, segundo a empresa, não é pago desde junho de 2013, totalizando cerca de R$ 3 milhões, "valor previsto em contrato e pela Lei de Licitações", conforme nota da assessoria de imprensa. Segundo a construtora, a obra encontra-se coberta e faltando apenas alguns acabamentos para conclusão dos serviços previstos em contrato.
As obras foram iniciadas em julho de 2012, com investimento de R$ 12,775 milhões do governo federal, e uma contrapartida do município de R$ 1,2 milhão. A previsão de entrega era julho de 2014, porém, houve atrasos e a necessidade de mais investimentos, por mudanças no local das construções. Em 2013, o município fechou um aditivo complementar com a empreiteira no valor de R$ 1,8 milhão.
Atualmente, apenas 50% do projeto foi concluído, segundo a Prefeitura de Cornélio Procópio. O município rescindiu o contrato com a empresa, unilateralmente, em outubro deste ano. A causa, segundo Calovi, seria o fato da construtora estar exigindo cerca de R$ 3 milhões para continuar as construções, a título de reajuste anual. "Pelos nossos cálculos, o valor da correção não passaria de R$ 300 mil. Fizemos essa proposta e notificamos a empresa para retornar aos trabalhos, sob pena de rescisão do contrato. Eles não retornaram, e por isso o contrato foi rescindido", explica o diretor de Licitação.
Conforme Calovi, até junho deste ano a empresa já havia recebido mais de R$ 8 milhões para construção da obra, e havia outros R$ 8,1 milhões em conta bancária. "Todos os repasses foram feitos corretamente, há dinheiro suficiente para o término da obra".
Segundo Calovi, uma licitação deve ser aberta em janeiro de 2016 para contratar uma nova empresa para terminar obras. "Possivelmente esse novo trâmite trará um gasto maior, mas é necessário, pois não podemos ficar sofrendo sempre esse tipo de pressão", diz o diretor.
CONSTRUTORA
A assessoria de imprensa da Endeal afirma que após a assinatura do contrato, a Prefeitura alterou o local da construção, em 2012, para um terreno que, ao se fazer a fundação, percebeu-se bastante rochoso, impactando no custo inicial da obra. A empresa alega ter feito a fundação e não ter sido ressarcida.
Em junho deste ano a Endeal protocolou junto a Prefeitura pedido para o pagamento do reajuste anual da obra que, segundo a empresa, não é pago desde junho de 2013, totalizando cerca de R$ 3 milhões, "valor previsto em contrato e pela Lei de Licitações", conforme nota da assessoria de imprensa. Segundo a construtora, a obra encontra-se coberta e faltando apenas alguns acabamentos para conclusão dos serviços previstos em contrato.
Fonte: Rubia Pimenta
Especial para a FOLHA DE LONDRINA.
Especial para a FOLHA DE LONDRINA.
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