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segunda-feira, 6 de julho de 2015

PROMOTOR DO GAECO DIZ QUE A OPERAÇÃO PUBLICANO FOI... E ESTÁ SENDO EXECUTADA DENTRO DA LEGALIDADE

O coordenador do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Londrina, promotor Jorge Barreto da Costa, garantiu, em entrevista ao Bonde nesta segunda-feira (6), que a Operação Publicano, responsável por investigar um esquema de cobrança de propina descoberto dentro da Receita Estadual, foi e está sendo executada dentro da legalidade. A declaração do promotor é uma resposta ao fato de o advogado Walter Bittar ter apresentado um habeas corpus, no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), tentando anular as investigações realizadas até então. Conforme o defensor, a operação teve como base uma denúncia anônima recebida pelo Ministério Público (MP) em 2013, que teria gerado, segundo ele, uma interceptação telefônica ilegal. 

Saulo Ohara/Equipe Folha
Saulo Ohara/Equipe Folha - Deflagrada no dia 10 de junho, segunda fase da Publicano culminou na prisão de mais de 60 pessoas
Deflagrada no dia 10 de junho, segunda fase da Publicano culminou na prisão de mais de 60 pessoas


Já Costa garantiu que as investigações foram baseadas e, posteriormente, comprovadas por diversos depoimentos e documentos coletados no decorrer dos últimos meses. "Todos os preceitos previstos na legislação vigente foram obedecidos. Tanto é que a própria Justiça respaldou os nossos trabalhos", argumentou, lembrando que a 3.ª Vara Criminal foi responsável por autorizar os mandados de prisão e de busca e apreensão cumpridos pelo Gaeco tanto na primeira como na segunda fase da Publicano

Costa lembrou, ainda, que a escuta requerida pelo MP também foi autorizada pela Justiça. "Estou sendo redundante ao insistir que as investigações ocorreram dentro dos ritos legais, e que tudo foi expressamente reconhecido pelo juiz da 3ª Vara Criminal", reiterou. 

Quase 200 pessoas, entre auditores fiscais, empresários, advogados e contadores, já foram denunciados à Justiça por participação no esquema de cobrança de propina da Receita. bonde.com

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