Reprodução
Uma câmera de segurança registrou o momento do assassinato
O delegado Rafael Giordani informa que não há dúvidas sobre a autoria do crime. Além dos vídeos da rodoviária e do Ministério do Trabalho, que fica na frente do local do crime, foram aprendidas na casa de Silveira roupas idênticas às usadas pelo homem que degolou a criança. O objetivo da investigação agora é entender as circunstâncias do crime.
Silveira integrava um grupo de jovens que se afirmava satânico. Na sua página do Facebook, postava imagens macabras e demonstrava gosto excessivo por medicamentos, drogas e bebidas. A polícia pretende descobrir se o assassinato tem relação com algum ritual. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
CRIME - O crime ocorreu no dia 30 de dezembro do ano passado quando um indígena de 2 anos de idade, da etnia Kaingang, de Santa Catarina, foi morto no colo da mãe, na rodoviária de Imbituba, quando passou Matheus de Ávila Silveira por eles, acariciou o rosto da criança e, em seguida, cortou-lhe o pescoço com um estilete.
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