.

.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

ATAQUES DE ABELHAS MATA RAPAZ E DEIXA MULHER EM ESTADO GRAVE

Fabiano de Lima (foto),de 25 anos, morreu na tarde desta segunda-feira, dia sete, após ser picados por dezenas de abelhas africanas pretas.Ele, conhecido como Fofão,  foi atacado em frente de um imóvel na rua Antônio de Castro Vilas Boas, perto do Supermercado Real, em Santo Antônio da Platina. Outras três pessoas precisaram ser encaminhadas ao Pronto Socorro e uma senhora, no começo da noite, levada para uma Unidade de Tratamento Intensivo também com risco de perder a vida.   O fato aconteceu a partir das 16h59m. Lima, que tinha problemas com álcool segundo familiares, saiu correndo e gritando,pois foi o mais atacado pelo enxame.De acordo com Maria Bragança (foto), que reside na rua Tupi a 100 metros de onde a vítima estava, socorreu primeiro o jovem, “que tinha abelhas grudadas em todo o rosto, no peito e até a cintura”, relatou para a reportagem.  O corpo de bombeiros e a Polícia Militar trabalharam na ocorrência e interditaram as imediações. Em todo o entorno em cerca de 200 metros quadrados havia abelhas voando agitadas.  O secretário municipal de Agricultura,Luis Silva, e o diretor do departamento, Ricardo Arruda,também deenxameram suporte ao trabalho.O enxame só foi localizado.    O veterinário Jaime Corte foi consultado pelo npdiario e confirmou serem abelhas africanas pretas, mais agressivas e perigosas que a europeia.Elas atacam em número maior e em apenas 30 segundos são capazes de injetar oito vezes mais toxinas.      Desde a década de 50, mais de mil pessoas já morreram por causa de suas picadas só no continente americano. No Brasil, elas chegaram em 1956, trazidas pelo agrônomo paulista Warwick Estevan Kerr, que desejava melhorar a produção de mel – mais resistente a doenças, a africana é mais eficiente.   Ele trouxe 51 rainhas para o interior de São Paulo. Dois anos depois, um técnico deixou, por descuido, que algumas escapassem da colônia experimental. A partir daí, espalharam tanto seus genes que, hoje, cerca de 90% das abelhas do país são descendentes do cruzamento dessa espécie com a europeia. A partir do Brasil, elas invadiram quase toda a América do Sul e a Central, e chegaram aos Estados Unidos em 1990, driblando os vários centro de controle construídos na fronteira do país com o México. fonte>npdiario.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário