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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

BANDIDOS ROUBAM CAIXA ECONÔMICA FEDERAL EM ASTORGA LEVAM ESPOSA E FILHA DO TESOUREIRO COM REFÉNS

A esposa e a filha do tesoureiro da Caixa Econômica Federal de Astorga (a 50km de Maringá), que tinham sido levadas como reféns após o roubo à agência bancária, foram libertadas no meio da manhã desta quarta-feira (10). Um suspeito foi detido.
Segundo a polícia, a ação criminosa começou a ser colocada em prática ainda na noite de terça-feira (9). O tesoureiro foi rendido por três criminosos no momento em que saia do trabalho, por volta das 19h30. Escoltado pelo bandidos, ele foi levado até sua residência e lá mantido refém, junto com esposa e a filha de nove anos, a noite inteira.
Esta manhã, os reféns foram colocados no carro da família, um EcoSport preto, e levados até a agência bancária, que fica ao lado da Prefeitura de Astorga, no centro da cidade. Mãe e filha permaneceram no carro, enquanto o tesoureiro foi obrigado a entrar no banco, abrir o cofre no horário programado e entregar todo o dinheiro aos criminosos. O trio fugiu em seguida, no EcoSport da família, levando a mulher e filha do tesoureiro.
A família foi libertada pelos marginais pouco depois das 9h próximo à PR-182, a cerca de 5 quilômetros da área urbana de Astorga, em direção a Maringá, e o carro foi encontrado momentos depois abandonado na estrada que dá acesso ao distrito de Tupinambá, a aproximadamente 3 quilômetros do local em que a mulher e a filha foram encontradas.
Também nas proximidades, dois agentes da Polícia Federal, que se deslocavam de Maringá para Astorga para atender à ocorrência, abordaram um homem e durante a revista acharam uma pistola CZ 765. O rapaz de 23 anos usava roupas semelhantes às que haviam sido descritas pelas vítimas.
O suspeito - identificado como Carlos Henrique dos Santos, 23 anos, - foi reconhecido pelas vítimas e também como o homem que no dia anterior, juntamente com outros dois, assaltou uma empresa em Astorga, levando cerca de R$ 300. Ele negou participação nos dois crimes, mas o delegado Diego de Almeida, lavrou flagrante por porte de arma de fogo. O suspeito já foi preso por tráfico de drogas.
O valor roubado do cofre da Caixa não foi confirmado pela gerência, porém a polícia estima algo em torno de R$ 200 mil. O caso será investigado pela Polícia Federal de Maringá.diariodemaringa.com

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