Ela chegou às 13h07 ao local e encontrou o portão principal fechado, após lamentar a perda do horário pegou o banquinho de um pipoqueiro que estava à frente da escola e o usou como apoio, após atravessar o muro, porém, foi barrada por um segurança e saiu escoltada. "Pelo o que a senhora fez, pode até ser presa", disse o guarda.
"Como estou grávida e os ônibus estavam muito cheios deixei para pegar algum que estivesse em melhor condição, isso me fez atrasar um pouco, não acredito que isso tenha acontecido", disse a jovem, que reside no bairro Pinheiro, distante 16 quilômetros do local da prova.
Para ela, que iniciaria as provas somente no início da noite, a organização poderia abrir uma exceção. "Estava bem preparada, no ano passado tirei boas notas e estava confiante, acho que poderia falar com alguém da organização", lamentou Caroline, que tentaria uma vaga para o curso de Arquitetura na Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Concentração
Já o estudante Thiago Gloss, 18 anos, também adventista, o dia começou mais cedo e antes da prova se reuniu com um grupo em frente à escola para uma roda de orações. "Essa é mais uma prova de resistência e fé, pois vamos esperar até às 19h30, quando o sol se põe, para iniciar os testes, estou confiante, nos preparamos, fizemos algumas simulações na escola e acredito que vou aguentar o tempo necessário", disse.
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