Ele, vigilante de 33 anos, morador da Vila Casoni, em Londrina, aceitou ser revistado, mas nada de irregular foi encontrado. Já ela, que tem 31 anos, disse que tinha até o ginásio, onde o marido trabalha. Depois de uma discussão, ele havia sacado a arma, uma Taurus 380, e atirado pra cima para ameaçá-la.
O vigilante negou a acusação e apresentou uma pistola, que estava guardada em uma bolsa e carregada com 18 munições. Na delegacia após ser preso em flagrante, contou a mesma versão, afirmando que o armamento é registrado. Ele pagou fiança de R$ 500 e foi solto, mas terminou autuado por posse irregular de arma de fogo.
Na época separados, a vítima disse ter ido até o endereço de trabalho do suspeito, onde também trabalhava como segurança privado na rua Lupércio Pozatto, no Parque Industrial José Belinati, zona norte de Londrina. Assegurou que foi agredida com chutes e que o homem a teria ameaçado apontando uma pistola.
Em março de 2017, a jovem compareceu à 6ª Vara Criminal para retirar a queixa de ameaça contra o então ex-esposo. Mesmo assim, o Ministério Público o denunciou por porte ilegal, vias de fato e lesão corporal em julho do ano passado. O processo tem audiência marcada para novembro de 2020. O vigia já possui outras ações de ameaça e injúria.
Em março de 2017, a jovem compareceu à 6ª Vara Criminal para retirar a queixa de ameaça contra o então ex-esposo. Mesmo assim, o Ministério Público o denunciou por porte ilegal, vias de fato e lesão corporal em julho do ano passado. O processo tem audiência marcada para novembro de 2020. O vigia já possui outras ações de ameaça e injúria.
Rafael Machado - Grupo Folha
O delegado Roberto Fernandes de Lima pôde constatar que esta não é a primeira vez que o rapaz é detido, que tem uma ficha criminal extensa. Em junho de 2016, por exemplo, esteve envolvido em uma ocorrência semelhante registrada em Cambé e com a mesma mulher.
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