O Ministério Público ingressou com uma nova ação por improbidade administrativa (ato ilegal cometido por agente público) contra o ex-chefe do Instituto de Criminalística de Londrina (ICL), Daniel Felipetto. Ele coordenou o órgão de janeiro de 1995 a agosto de 2013 e é acusado de reservar uma sala no ICL para guardar perícias particulares.
No processo mais recente, o MP identificou que, em 10 anos, Felipetto omitiu informações à Polícia Civil em pelo menos 40 inquéritos, instaurados para investigar adulteração de veículos, homicídios e exames grafotécnicos. A Promotoria do Patrimônio Público o acusou de enriquecimento ilícito, porque "a concretização desses atos só foi possível porque o servidor deixou de praticar função de ofício".
O Ministério Público pediu o bloqueio de mais de R$ 2 milhões de bens do ex-chefe da Criminalística em Londrina. Ele não atendeu às ligações feitas pela reportagem na manhã desta segunda-feira (12). No início de abril, Felipetto foi afastado do órgão de investigação após uma decisão da 5ª Vara Criminal de Londrina. Rafael Machado - Redação Bonde
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