De acordo com o delegado Ricardo Jorge Rocha Pereira Filho, a investigação começou no início de maio quando a investigada procurou um hospital por sentir dores abdominais. O médico que a examinou constatou que ela teria tido um bebê há pelo menos 24 horas. Ela negou, mas após ter sido pressionada acabou confirmando e acionou o companheiro.
Em seguida, o médico acionou o Polícia Militar (PM), que interrogou o casal e perguntou onde estava o recém-nascido. O pai entregou o corpo do bebê que estava escondido dentro de uma caixa de sapato, na residência em que moram.
Exames foram realizados e foi comprovado que o bebê morreu por traumatismo craniano. No entanto, a mulher teria dito que teve um transtorno psicótico, conforme o delegado de Homicídíos, responsável pela investigação do caso, se isso fosse confirmado, a ocorrência seria confirmada como infanticídio, que é a morte do filho provocada pela mãe por ocasião do parto ou durante o estado puerperal.
Os laudos foram concluídos na terça-feira, nos quais não confirmaram nenhum transtorno psicótico. Por isso, o casal foi preso temporariamente indiciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, até que as investigações sejam concluídas no prazo de trinta dias.
A Polícia Civil não confirmou as identidades dos investigados.
Fernanda Circhia - Redação Bonde
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