Silva foi alvejado por diversos disparos de pistola 9 mm - pelo menos 15 cápsulas foram encontradas na cena do crime. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada do socorro. À época, a polícia suspeitava que o assassinato estivesse ligado a rixas entre grupos rivais envolvidos no tráfico de drogas.
A linha de investigação, no entanto, mudou desde que o suspeito - que é irmão da viúva da vítima - se apresentou e entregou a arma utilizada. Em depoimento prestado ao delegado Roberto Fernandes, ele confessou ter cometido o assassinato para defender sua irmã das agressões de Silva - cuja ficha criminal apresenta diversas ocorrências por violência doméstica, todas enquadradas na lei Maria da Penha, incluindo um ocasião em que efetuou disparos contra sua mulher.
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Ainda segundo a versão do suspeito, Silva chegou ao local e passou a ameaçar os familiares de sua esposa. No meio da confusão, fez menção de que iria sacar uma arma, provocando a reação do suposto autor do homicídio, que efetuou 15 disparos na direção da vítima.
Como o suspeito não possui antecedentes criminais, confessou o homicídio e entregou a pistola utilizada, o delegado Fernandes decidiu mantê-lo em liberdade até o julgamento.
(com informações do repórter Paulo Monteiro, do jornal NossoDia)
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