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quinta-feira, 28 de março de 2024

ACIDENTE COM ÔNIBUS DE TURISMO NA BR 369 EM APUCARANA

Um acidente envolvendo um ônibus de turismo e um caminhão deixou duas pessoas feridas na noite desta quarta-feira (27) em Apucarana. A colisão ocorreu nas proximidades do acesso ao Núcleo Habitacional Afonso Alves Camargo, na saída para Londrina, no prolongamento da BR-369. As vítimas foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e apresentavam ferimentos leves. O ônibus vinha de São Paulo com destino a Apucarana. Segundo informações no local, o caminhão, que fazia o sentido inverso, teria invadido a pista e atingido o ônibus, provocando a colisão frontal. Os motoristas do ônibus e do caminhão ficaram feridos, sem maior gravidade. O acidente ocorreu por volta das 22 horas. Os passageiros do ônibus não sofreram lesões. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local para orientar o trânsito, que é intenso naquele trecho.

PARANÁ REGISTRA 24.174 DIVÓCIOS EM 2023 DUAS CIDADES DO ESTADO ESTÃO NA LISTA DAS PRIMEIRAS

O Paraná registrou 24.174 divórcios em 2022, foram 488 a mais em comparação com o mesmo período de 2021. Ivatuba, no norte do Paraná, e Iracema do Oeste, na região oeste, estão com as maiores taxas no país, segundo a Pesquisa de Registro Civil do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (27). Estas cidades registraram as duas maiores proporcionais, ou seja, por número de habitantes. A pesquisa considera apenas a quantidade de habitantes que tenham a partir de 15 anos de idade. Em Curitiba, a taxa de divórcios é 1,3 para cada mil habitantes, com 2.021 registros, ficando atrás de Goiânia, com 1,5 para cada mil habitantes. No país, são 420 mil divórcios registrados em 2022. Além disso, entre as 15 primeiras cidades com maiores registros de divórcios, nove municípios paranaenses aparecem na lista. São elas: Ivatuba - Paraná Iracema do Oeste - Paraná Reserva do Cabaçal - Mato Grosso Sagres - São Paulo Guaraíta - Goiás Jundiá - Alagoas Altamira do Paraná - Paraná Inajá - Paraná Serranópolis do Iguaçu- Paraná Nossa Senhora das Graças - Paraná Pedrinópolis - Minas Gerais Mimoso de Goiás - Goiás Rancho Alegre D'Oeste - Paraná Jundiaí do Sul - Paraná Diamante do Norte - Paraná Ivatuba Em Ivatuba, a população da cidade chegou a 2.708 pessoas, segundo o Censo de 2022. Para as informações sobre divórcios, o Instituto considera apenas a quantidade de habitantes que tenham a partir de 15 anos de idade. Conforme os dados, são sete divórcios para cada mil pessoas no município. Assim, a cidade tem a maior quantitativo de divorciados registrados no Brasil em relação à quantidade de habitantes, como apontou o IBGE. Iracema do Oeste O Censo de 2022 registrou 2.343 como a população total de Iracema do Oeste. Deste montante, 1.938 têm 15 anos ou mais. Os dados do levantamento apontaram que, para cada mil habitantes nesta faixa etária, há seis divórcios registrados na cidade A cidade é a segunda do Brasil com a maior taxa de divórcios proporcional. Cartórios em todo Brasil Há Cartórios de Registro Civil em todas as cidades brasileiras, responsáveis por registrar atos civis de uma pessoa, como nascimento, casamento e óbito. A obrigatoriedade está prevista de acordo com Lei n.° 8.935/94. Eventuais alterações podem ocorrer por determinação do Poder Judiciário do Estado. É possível que uma cidade tenha cartório, mas não realize registros de mortes e nascimentos localmente? Após alteração da Lei de Registros Públicos pela Lei Federal nº 13.484, em 2017, é possível que pais e mães registrem o filho na cidade onde residem, mesmo que o nascimento tenha ocorrido em outra localidade. Isso pode levar a casos em que uma cidade possua cartório, mas não realize todos os tipos de registros localmente. Além disso, se o município não possuir um hospital, as pessoas podem ser registradas onde nascem ou morrem, o que pode afetar os registros realizados no cartório local. Pode acontecer o registro em outros municípios, como aqueles casos em que a cidade não tem maternidade ou hospitais. Nesses casos o cartório está apto a receber o registro, mas como não tem nascimentos, eles são registrados em outra unidade. As pessoas podem se casar no cartório da localidade de cada um dos noivos. Ou seja, pode acontecer dos nubentes se casarem na cidade um e não na do outro.

quarta-feira, 27 de março de 2024

SEMANA SANTA VIGILÂNCIA SANITÁRIA DÁ DICAS AOS CONSUMIDORES SOBRE PEIXES

Tradicionalmente, o peixe é um dos alimentos mais vendidos e consumidos na Semana Santa. Segundo a Vigilância Sanitária estadual, é preciso ter atenção redobrada não só apenas na hora de comprar pescados, mas também no preparo e na conservação dos alimentos. Tradicionalmente, o peixe é um dos alimentos mais vendidos e consumidos na Semana Santa. Segundo a Vigilância Sanitária estadual, é preciso ter atenção redobrada não só apenas na hora de comprar pescados, mas também no preparo e na conservação dos alimentos. Segundo ela, boas práticas de manipulação são imprescindíveis para o preparo de alimentos em casa. Elas envolvem lavar as mãos com água e sabão antes e depois de manipular os alimentos, não descongelar os alimentos em temperatura ambiente, manipular os alimentos crus em superfícies limpas, mantendo-os separados de produtos cozidos ou prontos para consumo para evitar a contaminação cruzada, e alimentos prontos quentes devem ser servidos o mais breve possível. Para auxiliar os consumidores seguem algumas orientações que auxiliam na escolha de um bom pescado: Peixes frescos - a temperatura de conservação deve estar próxima de 0º C (em gelo ou balcões refrigerados); - a superfície deve ser úmida, com brilho metálico, sem pigmentação estranha; - deve ter escamas firmes e bem aderidas à pele; - os olhos devem ser brilhantes e salientes, ocupando toda a cavidade orbitária; - brânquias com coloração avermelhada, úmidas, brilhantes e sem viscosidade; - a carne deve estar firme, elástica e não deixar impressão duradoura (ou seja, não deixar marcas) à pressão dos dedos; - deve ter odor próprio, suave, característico da espécie. SEMANA Peixes congelados - a temperatura de conservação deve ser mantida em torno de -18º C (geralmente filetado ou em postas); - a embalagem deve estar íntegra e cobrir todo o pescado; - o consumidor deve observar as informações obrigatórias de rotulagem: denominação de venda, tipo do pescado, identificação da origem/fabricante, peso líquido, prazo de validade e forma de conservação; - a presença do selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), estadual (SIE) ou municipal (SIM) na embalagem, garante a fiscalização do produto na origem; - o excesso de gelo no interior das embalagens pode ser indicativo de descongelamento e recongelamento, ou seja, é um alerta sobre a possibilidade de falhas na conservação do produto. Peixes salgados, como bacalhau - devem ser mantidos em local limpo, protegido de poeira e insetos; - a superfície do corpo deve ser seca, sem limosidade, sem sinais de mofo, sem ovos ou larvas, sem manchas escuras ou avermelhadas;

NOVO BOLETIM DA SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE REGISTRA MAIS 22.767 NOVOS CASOS DA DENGUE NO ESTADO

O informe semanal da dengue divulgado nesta terça-feira (26) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registra mais 22.767 casos e 18 óbitos. Com esta atualização, o Paraná soma agora 135.961 casos e 77 óbitos em todo o Estado neste período sazonal (2023/2024). As mortes são de pessoas entre 25 e 100 anos, sendo nove homens e nove mulheres. Nove pessoas não possuíam comorbidades. Elas foram registradas em diferentes Regionais de Saúde: São João (7ª RS), Luiziana (11ª RS), Mandaguari (15ª RS) e Cornélio Procópio (18ª RS) registraram um óbito; Cascavel (10ª RS), Apucarana (16ª RS) e Toledo (20ª RS), dois óbitos por município; Londrina (17ª RS), quatro óbitos; e na 8ª RS ocorreram quatro mortes, sendo duas em Ampére, uma em Cruzeiro do Iguaçu e uma em Nova Esperança do Sudoeste. As Regionais com mais casos confirmados de dengue são a 16ª RS de Apucarana (21.508), 10ª de Cascavel (18.468), 8ª RS de Francisco Beltrão (15.168), 17ª RS de Londrina (13.546), 15ª RS de Maringá (11.208) e 11ª RS de Campo Mourão (9.629). Já os municípios que apresentam mais casos confirmados são Apucarana (13.450), Londrina (9.929), Cascavel (8.210), Maringá (6.100) e Paranavaí (3.998). Este é o 29º Informe Epidemiológico publicado pela Vigilância Ambiental da Sesa, que registrou também 306.340 notificações, 214.915 casos prováveis e 71.262 casos em investigação. No total já foram descartados 91.425 casos. Dos 399 municípios, 356 apresentaram casos autóctones, quando a doença é contraída localmente, e todos os municípios tiveram notificações. O informe semanal da dengue divulgado nesta terça-feira (26) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registra mais 22.767 casos e 18 óbitos. Com esta atualização, o Paraná soma agora 135.961 casos e 77 óbitos em todo o Estado neste período sazonal (2023/2024). As mortes são de pessoas entre 25 e 100 anos, sendo nove homens e nove mulheres. Nove pessoas não possuíam comorbidades. Elas foram registradas em diferentes Regionais de Saúde: São João (7ª RS), Luiziana (11ª RS), Mandaguari (15ª RS) e Cornélio Procópio (18ª RS) registraram um óbito; Cascavel (10ª RS), Apucarana (16ª RS) e Toledo (20ª RS), dois óbitos por município; Londrina (17ª RS), quatro óbitos; e na 8ª RS ocorreram quatro mortes, sendo duas em Ampére, uma em Cruzeiro do Iguaçu e uma em Nova Esperança do Sudoeste. As Regionais com mais casos confirmados de dengue são a 16ª RS de Apucarana (21.508), 10ª de Cascavel (18.468), 8ª RS de Francisco Beltrão (15.168), 17ª RS de Londrina (13.546), 15ª RS de Maringá (11.208) e 11ª RS de Campo Mourão (9.629). Já os municípios que apresentam mais casos confirmados são Apucarana (13.450), Londrina (9.929), Cascavel (8.210), Maringá (6.100) e Paranavaí (3.998). Este é o 29º Informe Epidemiológico publicado pela Vigilância Ambiental da Sesa, que registrou também 306.340 notificações, 214.915 casos prováveis e 71.262 casos em investigação. No total já foram descartados 91.425 casos. Dos 399 municípios, 356 apresentaram casos autóctones, quando a doença é contraída localmente, e todos os municípios tiveram notificações. CHIKUNGUNYA – O novo boletim confirmou ainda um novo caso de chikungunya, somando 92 confirmações da doença no Estado. Do total de casos, 58 são autóctones (quando a doença é contraída no município de residência). Há, ainda, 380 casos em investigação e 923 notificações. Desde o início deste período não houve confirmação de casos de zika vírus. Foram registradas 87 notificações.

HOMEM DE 80 ANOS MORRE APÓS SER ATACADO POR ABELHAS EM MARIALVA

Um idoso, de 80 anos, morreu após ser atacado por um enxame de abelhas na zona rural de Marialva, na manhã desta terça-feira (26). A esposa do homem, de 70 anos, também foi picada e está internada em estado grave em UTI. O casal e mais uma pessoa roçavam um terreno quando foram surpreendidos pelos insetos. O carro em que o casal foi levado para o Pronto Atendimento de Marialva ficou cheio de abelhas. O idoso morreu a caminho do hospital.

segunda-feira, 25 de março de 2024

HOMEM ENCONTRADO MORTO EM UM BARRACÃO EM CAMBÉ

Um homem foi encontrado morto no interior de um barracão na Rua Belo Horizonte, em Cambé, na tarde deste domingo (24). De acordo com informações da Polícia Militar, um senhor que faz entrega voluntária de marmitas para pessoas em situação de rua, abordou a equipe policial, informando que um rapaz estaria morto na localidade. Quando a PM chegou no local, foi encontrado um homem com camiseta, shorts pretos e sem calçados já sem vida. Durante vistoria no espaço, foi encontrado um indivíduo em situação de rua, dormindo do outro lado da edificação. Quando questionado, não soube dizer o que aconteceu com exatidão, mas informou que aconteceu uma briga generalizada entre usuários de crack. Ainda de acordo com o indivíduo, as brigas ocorrem com frequência no local. Equipes do Samu foi acionada e constatou óbito e marcas de sangue na vítima, que seriam inconclusivas, já que o homem estava em um local insalubre. A Polícia Civil e o IML (Instituto Médico-Legal) compareceram ao local. A vítima foi identificada por sua namorada, que indicou um possível autor e seu apelido, mas sem conhecimento de onde o mesmo reside, apenas que o mesmo tem envolvimento com o tráfico de drogas.

quinta-feira, 21 de março de 2024

APREENSÃO DE AZEITE...SUCOS....E CACHAÇA NESTA QUARTA FEIRA POR AUDITORES FISCAIS

Azeite, suco, mel e cachaça. Esses são apenas alguns itens de uma vasta lista de alimentos inspecionados todos os dias por auditores fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que frequentemente apresentam irregularidades. Os servidores orientam, fiscalizam, normatizam e regulamentam a sanidade vegetal e saúde animal, garantindo também a qualidade e a segurança de produtos alimentícios que chegam ao consumidor final no Brasil. Na semana passada, comerciantes, varejistas e atacadistas tiveram que recolher dez marcas de azeites de oliva extravirgem como desdobramento da Operação Getsêmani, que identificou fraude com importação, adulteração e distribuição do produto. São elas, Terra de Óbidos, Serra Morena, De Alcântara, Vincenzo, Az Azeite, Almazara, Escarpas das Oliveiras, Don Alejandro, Mezzano e Uberaba). No norte do Paraná, em uma das 11 lojas de uma rede varejista em Londrina, 150 unidades da marca Don Alejandro foram recolhidas na última sexta-feira (15/3). A expectativa é que, após a inspeção nos demais estabelecimentos da rede, sejam apreendidos até 1.200 itens. De acordo com o engenheiro agrônomo e auditor agropecuário, Fernando Augusto Pereira Mendes, que chefia o departamento de inspeção de produtos de origem vegetal do Mapa, em Curitiba, azeite e bebidas estão no topo das fraudes. “Esses produtos têm alto valor agregado e é difícil identificar a adulteração. Só com um trabalho minucioso envolvendo ações de inteligência e um apoio laboratorial é possível identificar essas atividades ilícitas”, declara. As apreensões de azeite se intensificaram no Brasil. Em 2022, foram pouco mais de seis mil. Mas, no ano passado, antes das festas de fim de ano, o número saltou para mais de 46.700, sete vezes mais, segundo dados do Mapa. Com a intensificação das ações no mês de dezembro de 2023 esse número chegou a 130 mil litros apreendidos. A principal causa da adulteração é a adição de óleo de soja ao produto, item seis vezes mais barato do que o azeite de oliva original. Ainda podem ser adicionados na fraude corantes e aromatizantes. “A valorização do produto no mercado nos últimos 12 meses foi superior a 40% no preço ao consumidor, o que estimula a ação de organizações criminosas, que aproveitam essa condição para tirar vantagem financeira e lucrar alto com a venda de produtos adulterados”, explica Mendes. No final do ano passado, a mesma marca Don Alejandro teve outras duas apreensões feitas numa rede de supermercados no Litoral do estado, em Guaratuba e em Paranaguá. Graças a um trabalho de inteligência, a fábrica clandestina localizada no Rio de Janeiro foi identificada e foi possível rastrear e apreender a mercadoria adulterada encontrada, agora, nos estabelecimentos de Londrina. “Se a rede varejista tem a rastreabilidade do produto, a autuação é direcionada ao fabricante, que está no topo da cadeia. Mas se o comerciante não tem um documento que ateste a origem, ele próprio responde pelo ilícito cometido”, esclarece o auditor agropecuário. Ele cita os pontos críticos desse tipo de ação cometida pelas quadrilhas, como o prejuízo ao setor produtivo, que sofre as consequências da concorrência desleal, tendo um produto fraudulento, com menor custo de produção, sendo vendido pelo mesmo valor de um fabricado com qualidade. “Mas a nossa maior preocupação tem foco na saúde e na segurança alimentar do consumidor. No caso de alérgicos, essas substâncias derivadas da soja adicionadas ao azeite de oliva podem causar reações graves. Daí a relevância desse trabalho fundamental conduzido pelos auditores agropecuários para identificar e punir esses criminosos”, completa. Outro produto que faz parte da atuação dos auditores agropecuários é o suco. Foram 97 mil litros de produtos fraudados apreendidos ao longo de 2023 em ações realizadas em todo o Brasil. Aproximadamente 25% do total eram de suco de laranja integral e concentrado. Já o néctar misto de laranja e de maçã representou mais de 50% do volume recolhido. Segundo Mendes, as fraudes nesse tipo de item geralmente estão relacionadas à adição irregular de água e açúcar ao produto.