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sexta-feira, 20 de maio de 2022
CORPO ENCONTRA-SE IML HÁ CINCO MESES PAR SER SEPULTADO CORPO DE HOMEM QUE FOI ENCONTRADO RIO CONGONHAS
O que você faria se um parente seu estivesse desaparecido e houvesse a suspeita de que um corpo encontrado fosse o dele, mas que o exame de DNA, realizado em dezembro do ano passado, ainda não tivesse o resultado divulgado pela Polícia Científica? Caso a confirmação viesse, a família enfim poderia sepultar o corpo da pessoa. No entanto, sem o resultado em mãos, resta a angústia de não ter um desfecho na história. Enquanto isso, os restos mortais encontrados no rio Congonhas, em Cornélio Procópio, permanecem em uma gaveta do IML (Instituto Médico Legal), em Londrina. Segundo um parente, que pediu para que a reportagem não publicasse o seu nome, o corpo foi encontrado em estado de decomposição com marcas de tiros. O exame foi solicitado pelo delegado Luciano de Souza Purcino no dia 7 de dezembro do ano passado. A mãe da pessoa desaparecida afirma que o corpo encontrado é do filho desaparecido. Porém, só o resultado do exame pode confirmar se ela está certa ou não.
A família questionou o IML sobre as causas da demora para a divulgação do resultado e recebeu como resposta que o corpo já estava em decomposição e que o exame não é feito em Londrina.
Aparelho estava quebrado
A família recebeu a informação de que o equipamento que realiza o exame de DNA estava quebrado. O presidente do Sinpoapar (Sindicato dos Peritos Oficiais e Auxiliares do Paraná), Alexandre Guilherme de Lara, confirmou que o equipamento passou por um período danificado. “Verifiquei que ele passou por um período de quebra há um ou dois meses e ficou 15 ou 20 dias parado. Ele foi consertado, mas demorou porque foi um conserto muito específico, feito por uma empresa especializada”, destacou.
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