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quinta-feira, 2 de maio de 2019

CRESCE NÚMERO DE IDOSOS NO MERCADO DE TRABALHO

José Roberto Ribeiro, de 65 anos, é contador e já passou por diversos trabalhos. Atuou no ramo e foi dono de bar. Após desistir de manter um comércio, assumiu postos no serviço público por vários anos. Mas, recentemente, as oportunidades rarearam. Fez um curso de cuidador de idosos, conseguiu alguns serviços, mas sofria com a irregularidade do trabalho. "Hora você tem, hora você não tem", conta.   De dono de bar, foi trabalhar em outro estabelecimento, agora como funcionário. Dois anos atrás, conseguiu um novo emprego em um ministério. Mas a vaga ocupada pelo contador era de auxiliar administrativo. "Estou bem, mas ganhando pouco. Tenho filho para criar, gastos com moradia", afirmou à Agência Brasil.    A situação de José Roberto ilustra uma tendência crescente entre brasileiros acima dos 65 anos. Segundo dados da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia disponíveis na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), o número de pessoas com 65 anos ou mais em vagas com carteira assinada aumentou, saindo de 484 mil em 2013 para 649,4 mil em 2017. Foi uma ampliação de 43% em quatro anos. 
  
De acordo com a coordenadora do observatório do trabalho da Secretaria de Trabalho, Mariana Almeida, com a procura maior por emprego de pessoas nessa faixa etária há um aumento do desemprego nesse segmento. 

Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, o desemprego entre os idosos saiu de 18,5% em 2013 para 40,3 em 2018. 

Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, o desemprego entre os idosos saiu de 18,5% em 2013 para 40,3 em 2018. 

"Estamos tendo mais pessoas nesta faixa etária. A oferta é maior e aumenta o desemprego", explica a coordenadora.   Na avaliação do coordenador de trabalho e rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo, há uma série de fatores que contribuem para essa tendência. Um deles é o envelhecimento da população. Segundo o IBGE, em 2010 o percentual de pessoas idosas era de 7,32%. Nas projeções do instituto, este índice deve chegar este ano a 9,52% e, em 2060, a 25,5%. 
  
A razão central para o crescimento da presença maior de idosos trabalhando, acrescenta o coordenador, é a falta de renda e a busca por meios para custear as despesas não somente da pessoa, mas da família. Esse esforço é particularmente maior em um cenário de crise econômica, como o que vem marcando o Brasil nos últimos anos. Este contexto torna ainda mais difícil a inserção das pessoas desta faixa etária. 
  
"A crise provoca instabilidade no rendimento de trabalho, principalmente, o que acaba fazendo que população mais idosa, para compor renda familiar, tenha que se lançar ao mercado. Mas ela vai se deparar com dificuldade de inserção em um mercado que está fechado", avalia Azeredo. A tendência já existente de empregadores não admitirem pessoas de idades mais avançada se aprofunda nesses momentos. 
  
Um dos desafios desta tentativa de retorno ao mercado é a qualificação. O coordenador do IBGE destaca que isso atinge pessoas de diferentes faixas de renda de formas diferentes.  Para os com maior poder aquisitivo, há uma demanda para se atualizar frente a novas tecnologias. Já para os mais pobres, especialmente aqueles em atividades de maior esforço físico (como agricultura e construção civil), é difícil manter a capacidade de trabalho. "Ela vai ter que se reinventar com as limitações físicas", pontua. 

Precariedade 
Neste cenário de crise, sobram para os idosos postos mais precários. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a partir de dados da PNAD, contínua mostrou um aprofundamento da informalidade nesse segmento. 

As vagas com carteira assinada representavam 27,6% do total nesse grupo populacional no primeiro trimestre de 2016, índice que diminuiu para 26,6% no primeiro trimestre de 2018. Ou seja, os trabalhos por fora da CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas - ou por conta própria ganharam mais espaço. 
  
Autor de livro sobre o tema, o presidente do Centro de Estudos de Economia da Longevidade, Jorge Felix, classifica esse fenômeno como uma "integração desqualificante" que marca tanto pessoas com mais qualificação e maior renda quanto as na base da pirâmide. No topo, os mais velhos são desligados de empregos formais para outros sem carteira, como consultorias ou empresas próprias. Já entre os mais pobres, sobram postos mais precários.      "Você tem as pessoas que vão pro Uber, pro camelô, trabalhadores de limpeza de firmas terceirizadas. Ele está numa condição de trabalho que não é ideal para a idade dele. Pessoas que limpam banheiros lidam com produtos químicos sem proteção. Esta é a forma que este contingente menos qualificado, com menos anos de estudo, se submete para voltar ao mercado de trabalho", analisa Felix.  Fonte:agenciabrasil

TECNOLOGIA 4 G ESTÁ DISPONÍVEL PRATICAMENTE EM TODO BRASIL OU SEJA 95,7% DA POPULAÇÃO

A cobertura de telefonia 4G já está em 4.485 dos 5.570 municípios brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), a tecnologia está disponível a 95,7% da população brasileira.      Ainda de acordo com a Telebrasil, 6 milhões de novos celulares com a tecnologia 4G foram ativados nos primeiros três meses de 2019. No período de um ano, março de 2018 e março de 2019, 25,5 milhões de novos chips 4G foram ativados no país. Isso representa um aumento de 23% no número de chips 4G. 

O 4G permite maior velocidade de navegação na internet, com até 100 megabits por segundo (Mbps) de download. A tecnologia chegou ao Brasil em 2013, tendo as primeiras antenas instaladas nas cidades que receberiam a Copa das Confederações (Fortaleza, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília). O torneio antecedeu a Copa do Mundo, realizada no Brasil no ano seguinte.


O número de municípios conectados à rede 3G também cresceu no Brasil, chegando a 5.407 municípios em março. O Brasil agora tem 207 milhões de acessos à internet pela rede móvel. Ao se considerar também os acessos fixos, o número sobe para 238,2 milhões no país.   

HOMEM ENCONTRADO MORTO NA PR 445

Moradores do conjunto Jamile Dequech, zona sul de Londrina, informaram que a Polícia Rodoviária Estadual que haviam encontrado um homem morto na altura do km 64 da PR-445. Ele foi localizado com várias fraturas pelo corpo e não tinha sido identificado no Instituto Médico Legal (IML). 

De acordo com a perícia, a vítima possivelmente foi arrastada por pelo menos 20 metros do exato local em que teria sido atingido. O órgão não descartou a possibilidade dele ter sido atropelado por mais de um veículo.     Enquanto permaneciam no lugar estava o rapaz, socorristas do Siate visualizaram outro homem a 300 metros do atropelamento. Ele tinha um corte no nariz e sangrava bastante. O ferido informou aos bombeiros que seguia a pé para Tamarana quando sofreu uma queda e bateu o rosto no chão. Por isso, terminou sendo encaminhado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Sabará.  Fonte; bonde.com

AVÓ DE EDUARDA DE 11 ANOS NEGA PARTICIPAÇÃO NO CRIME

Presa no final da tarde desta terça-feira (30), a avó de Eduarda Shigematsu, Terezinha de Jesus, negou em depoimento ter participado da morta da neta, supostamente assassinada pelo próprio pai, Ricardo Seidi. Ele é considerado o principal suspeito do crime. A garota desapareceu na tarde da última quarta-feira e foi encontrada morta nos fundos de uma casa na região central de Rolândia.     Ricardo confessou ter enterrado o cadáver da filha. A prisão da avó foi pedida pela polícia junto com a de Seidi no domingo, baseada no interrogatório dele. "O ponto principal foi que ele informou que ela já sabia. No mesmo dia do desaparecimento, ele informou a ela o que tinha acontecido. Ainda assim, no dia seguinte, a avó registrou o desaparecimento da Eduarda", destacou o delegado Bruno Rocha, responsável pelo caso, em entrevista coletiva. 

Terezinha foi presa por homicídio por eventual participação no crime. Ela estava na casa de um parente em Rolândia no momento em que os policiais chegaram. A prisão temporária é por 30 dias, prorrogável pelo mesmo período. A avó foi levada para o 3º Distrito Policial em Londrina.

CHUVA DE METEOROS PODERÁ SER OBSERVADA NESTE FINAL DE SEMANA

A chuva de meteoros Eta Aquarídeos poderá ser observada neste fim de semana. Em Londrina, o Gedal (Grupo de Estudo e Divulgação de Astronomia de Londrina) em parceria com o MCTL-UEL (Museu de Ciência e Tecnologia de Londrina) vai realizar uma observação astronômica. O grupo se concentrará primeiramente na Praça Nishinomiya, em frente ao aeroporto, no sábado (4), entre 22h30 e 23h. 

Em seguida, sairão em caravana rumo ao final da Estrada do Limoeiro para acompanharem o fenômeno. O grupo adiantou que apesar da chuva de meteoros poder ser observada a olho nu, telescópios estão montados para que as pessoas possam ver Júpiter e Saturno. O local fica no 12 km após o Tiro de Guerra de Londrina. Trata-se de um ponto mais distante das luzes da cidade, que atrapalham a observação dos meteoros.     

Conforme o Gedal, meteoros ocorrem quando pequenas partículas de poeira cósmica caem na atmosfera terrestre fazendo com que o calor gerado pelo atrito com a atmosfera acabe queimando o fragmento, dando origem aos meteoros ou como são popularmente conhecidos: estrelas cadentes. "De tempos em tempos, a Terra cruza com a órbita de alguns cometas, e essas órbitas podem estar 'sujas' com fragmentos deixados por esses astros, durante suas passagens. Quando isso ocorre, podemos ter muitos meteoros, num fenômeno que chamamos de chuva de meteoros", esclarece.

LOCALIZADO CARRO QUE ATROPELOU E MATOU HOMEM DE 82 ANOS NA PR 272

Foi identificado o veículo que atropelou e matou Eurico Joaquim de Souza de 82 anos na noite do último dia 21 de abril na rodovia PR-272, próximo ao bairro Alto Alegre entre Figueira e Ibaiti.
A vítima caminhava pelo acostamento da rodovia quando foi atingido por um veículo que transitava no mesmo sentido.
O carro evadiu-se do local sem prestar socorro.
Nesta terça-feira (30), a Polícia Militar recebeu informações de que pessoa que conduzia o veículo que atingiu a vítima reside no bairro Flamenguinho em Ibaiti.
Os PMs foram até o local e localizaram o suspeito. Conforme relatório da PM, no dia do acidente o suspeito estava acompanhado pela namorada e dois amigos.
Ele confirmou aos policiais que conduzia o veículo VW Gol de cor bordô, afirmou ainda que evadiu-se do local e não prestou socorro por não ser habilitado.
Ainda conforme a polícia, o suspeito retornava da festa de cavalgada na cidade de Figueira.
Ele afirmou que não tinha ingerido bebida alcoólica; que, após o acidente, teria vendido o automóvel para um cunhado já identificado pela polícia.
O homem confirmou que estava no carro o qual era conduzido pelo suspeito e percebeu que o condutor tinha atingido algo, ao indagar o condutor ele afirmou que tinha atingido uma pessoa, porém, ele não quis parar o carro e verificar o acontecido ou prestar socorro.
A namorada e o cunhado do autor também foram encaminhados para a Delegacia para esclarecimentos.
O veículo envolvido no acidente estava com avarias na coluna do para brisa e farol, e estava na oficina mecânica.
O carro também foi apresentado na 37° DRP de Ibaiti.   Fonte: informepolicial.com

TRIBUNAL DO JÚRI DE JOAQUIM TÁVORA CONDENA DOIS IRMÃOS QUE MATARAM MULHER EM 2017

O Tribunal do Júri de Joaquim Távora, 171km de Londrina, condenou a 18 anos de prisão, dois irmãos que mataram uma mulher em 2017 em Guapirama, município da comarca. A acusação foi por homicídio quadruplamente qualificado. Segundo a denúncia do Ministério Público do Paraná, os homicidas mataram a vítima, então com 33 anos e mãe de três filhos, ao cobrarem uma dívida por drogas. Na época, o crime causou comoção na cidade, pela extrema violência empregada pelos réus.
Todas as qualificadoras sustentadas pelo MPPR na ação penal e em plenário foram reconhecidas pelos jurados: motivo torpe (cobrança de dívida de drogas), meios cruéis (tortura e asfixia) e recurso que dificultou a defesa da vítima (superioridade numérica e posse de arma branca).
A Promotoria de Justiça de Joaquim Távora apresentou recurso (embargos de declaração) buscando aumentar a pena dos condenados (que na data do crime tinham 22 e 23 anos), considerando ter havido omissão do Juízo e erro material no cálculo da pena.         (via MPPR)